Notícias

Governo brasileiro participa de simulação de ataques hackers sucessivos

Pixabay
Por Luís Osvaldo Grossmann
 

Dentro do programa de cibersegurança da Organização dos Estados Americanos (OEA), o Brasil realizou uma simulação de ataque hacker no âmbito do governo federal. Ao longo de três horas na terça, 9/5, 32 servidores federais exercitaram como responder a ciberataques sucessivos. 

“Os grupos tinham diferentes opções em como lidar, inclusive quantos recursos poderiam gastar, com consequências positivas e negativas em cada decisão. E sobre o primeiro ataque, houve uma segunda invasão em nível ministerial. Com novas decisões a serem tomadas. No fim, avaliaram-se as opções com uma abordagem educacional”, conta a diretora de setor público da AWS para América Latina, Canadá e Caribe, Abby Daniell. 

Edição brasileira da simulação é consequência direta da atuação da OEA para disseminar políticas e medidas de segurança cibernética em países da região, o que já rendeu uma série de white papers, o mais recente deles sobre ransomware, e desembocou em um exercício de treinamento conjunto na Espanha. 

“Como resultado da nossa relação com a OEA, no ano passado, fizemos um treinamento com todos os líderes de segurança de governos de toda a América Latina. Fizemos uma simulação com a nossa ferramenta Tabletop, como parte de um bootcamp de cibersegurança do INCIBE, o instituto nacional espanhol de cibersegurança. Fizemos esse treinamento de incidente, uma simulação de ciberataque para que os participantes trabalhassem em como solucioná-lo. E houve tanto interesse que os governos pediram a realização em cada país latino americano. E agora fizemos aqui no Brasil”, diz a diretora da AWS. 

Segundo ela, parte do esforço da parceria com a OEA é dar mais segurança aos diferentes governos em compartilhar experiências. A tarefa não é simples, porque há ainda alguma resistência de quem foi atacado em revelar detalhes, especialmente aquelas invasões bem sucedidas. Isso se refletiu no relatório específico sobre ransomware que a OEA vai publicar em junho. 

“A dificuldade é que muitos governos não querem partilhar suas histórias. Mas isso tende a melhorar com o interesse em ajudar uns aos outros, de forma que devemos incluir exemplos no próximo white paper sobre ransomware”, diz Abby Daniell.  Antes do Brasil, o exercício de simulação já passou pela Colômbia, Peru, Argentina, Chile, Uruguai, Republica Dominicana, México e Costa Rica. 

 

Fonte: Convergência Digital

Leia também

Mais notícias

Serviços

Consultas Processuais
Consulta Jurídica
Clipping do DOU

Convênios

eGAC
pki
CryptoID
Insania
Serpro
YIA
Class One
Partiu Clube de Vantagens
Defensus Registros
Polluz
GFSIS
Gestão AR
VHSYS
Moreira Audtores
CertClube
Kypton Tech
Ions Benefícios
Select consultoria e tecnologia
ABES - Associação Brasileira das empresas de sotfware
SafeComply